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Unção com óleo

em sábado, 3 de setembro de 2022

 

                                                                          Imagem de Jill Wellington por Pixabay


Um pastor derramou doze litros de óleo em sua cabeça para receber unção e repassar aos fiéis da Igreja. Num culto pentecostal um pastor derramou dois litros de óleo na cabeça e se sentiu cheio de poder. Um pastor enterrou uma garrafa de óleo no monte para que o mesmo ficasse cheio de poder e unção. Garrafinhas de óleo de unção são vendidas nos templos para atrair dinheiro para a obra e poder para as famílias.

Infelizmente existem tantos exageros e fanatismo com o uso do óleo da unção que muita gente prefere ignorar a prática bíblica da Unção dos Enfermos.

Desejo de forma rápida, compartilhar breves palavras sobre a Unção com Óleo na Bíblia, na História da Igreja e na Liturgia


1.    Tipos de Unção

No antigo Testamento encontramos o uso do óleo para ungir objetos. Era uma forma de consagrar os objetos para o culto a Deus. (Êxodo 29:36-37; 30:25-29). Os objetos ungidos se tornavam santos ao serviço do Senhor.

O Antigo Testamento também fala da Unção de Pessoas. Wesley diz que "Entre os Judeus, a unção era a cerimônia pela qual os profetas, os sacerdotes e os reis eram iniciados nos seus ofícios" (Nota de Wesley a Mateus 1.16).  Eram ungidos os profetas, os reis e os sacerdotes.

Unção de Reis: Os reis eram ungidos como libertadores para o povo de Israel e para governar sobre o povo como seu pastor (I Sm  9.16).

Unção de Sacerdotes: Os sacerdotes eram ungidos, de modo a consagrá-los e reconhecê-los como pessoas separadas para servir a Deus através do sacerdócio (Ex 40.13-15).

Unção de profetas: O ofício profético era estabelecido pelo ato da unção. (Is 61.1-3.


2. Os Produtos utilizados para a unção

Azeite: Era símbolo da alegria, da saúde e da qualificação de uma pessoa para o serviço do Senhor (Sl 92.10).

Unguento: Era uma gordura misturada com perfumes especiais que lhe davam características muito desejáveis. Era utilizado para ungir os pés dos hóspedes, simbolizando a alegria pela chegada daquele hóspede, e desejando-lhe boas vindas (Jo 11.2; Dn 10.2-3; Rt 3.3).

Óleos curativos: Usavam-se os óleos com poder curativos para amolecer feridas e purificá-las (Is 1.6, Lc 10.34).

Unguento fúnebre: Este unguento era utilizado na preparação do corpo para o sepultamento, como parte de um processo de embalsamamento: (Mt 26.12; Lc 23.55-56).


3. Modos de aplicação

Na cabeça: O derramamento de óleo sobre a cabeça de um homem indicava que este homem havia sido separado para uma determinada tarefa a serviço do Senhor ( I Sm 10.1; Sl 23.5; Ec 9.8).

No rosto: A unção do óleo no rosto tinha como objetivo a hidratação, e a proteção contra as forças da natureza (Sl 104.15).

Nos pés: Como já foi dito, este ato estava normalmente relacionado com uma recepção digna e alegre de um hóspede bem-vindo (Lc 7.38)

Sobre as feridas: Utilizado como medicamento (II Rs 20.5-7).


4. A Prática dos Apóstolos do Senhor Jesus

No Evangelho de Marcos 6.7,12-13 está escrito: "Chamou os doze discípulos, começou a enviá-los dois a dois e dava-lhes poder sobre os espíritos maus. Então os discípulos partiram e pregaram para que as pessoas se convertessem. Expulsavam muitos demônios e curavam muitos doentes, ungindo-os com óleo".

A expulsão dos demônios e a cura milagrosa de muitos enfermos eram acompanhadas da unção com óleo.


5. A Orientação de Tiago 5:14-16

A Carta de Tiago 5.14-16 diz: "Alguém de vocês está doente? Mande chamar os presbíteros da Igreja para que orem por ele, ungindo-o com óleo, em nome do Senhor. A oração feita com fé salvará o doente: o Senhor o levantará e, se ele tiver pecados, será perdoado. Confessem mutuamente os próprios pecados e orem uns pelos outros, para serem curados. A oração do justo, feita com insistência, tem muita força".

A orientação doutrinária é que os doentes sejam ungidos com óleo pelos presbíteros em nome do Senhor. A oração da fé levantará os enfermos e perdoará pecados.

Tanto em Marcos como Tiago, a unção com óleo está relacionada a uma ação de Deus, e não aos poderes curativos ou medicinais do óleo.


6. O Uso da Unção na História da Igreja.

Orígenes, um dos Pais da Igreja, comenta o texto de Tiago 5:14, mas trata apenas da questão do perdão dos pecados, e não menciona o uso do óleo.

Agostinho menciona o uso do óleo uma vez em seus escritos sobre milagres.

Tertuliano, diz Sétimo Severo, foi curado na oração com imposição do óleo pelo cristão Prócolo. Crisóstomo dizia que o óleo para ungir os doentes deveria ser retirado das lâmpadas que alumiavam o templo. Esta prática é usada ainda hoje na Igreja Grega.  Crisóstomo também recomenda ungir um bêbado com óleo retirado da tumba dos mártires cristãos, como remédio para curar a bebedice.

Os Nestorianos misturavam óleo e água com algumas relíquias de alguns santos; caso estas não fossem encontradas, usava-se poeira de uma cena de martírio e ungia-se o doente com tal mistura. Cirilo de Alexandria e Cesário de Arles alertavam o povo contra encantamentos e mágicas, dizendo que o poder não vinha do óleo. Óleo é apenas Sinal.


A partir do quarto século em diante, a liturgia da igreja Grega e outras liturgias orientais já continham fórmulas para consagrar o “óleo santo”. Um bom exemplo disso é O Sacramentário de São Serapião (quarto século, Egito).

A carta de Inocêncio I para Decentius, datada de 19 de Março de 416 diz que “os cristãos doentes têm o direito de serem ungidos com o santo óleo da crisma, o qual, sendo consagrado pelo bispo, não é legal apenas para os bispos somente, mas para todos os cristãos que precisem dele para suas próprias necessidades, bem como para seus servos.”

Antes do fim do oitavo século, contudo, uma mudança ocorreu no Ocidente, pela qual o uso do óleo foi transformado para unção daqueles que estavam para morrer, não como um meio para recuperar o doente, mas com vistas à remissão dos pecados daquele que está morrendo.

O sacramento da Extrema Unção é mencionado pela primeira vez entre os sete sacramentos da Igreja Católica no século XII. Foi discutido e decretado no Concílio de Trento (na pós-Reforma), que “a santa unção do doente foi um sacramento estabelecido por Cristo e promulgado aos crentes por Tiago, apóstolo e irmão e nosso Senhor”.

O Concílio Vaticano II mudou o nome de Extrema Unção para Unção dos Enfermos, seguindo uma linha ecumênica para estar mais próximo dos Protestantes Históricos.

Atualmente a Igreja Católica, Igreja Anglicana e outras igrejas históricas usam três óleos para a Liturgia da Igreja.

Óleo da Confirmação (crisma): usado na ocasião em que o jovem (ou adulto) reafirma os votos batismais que foram feitos em seu nome por seus pais e padrinhos, tornando-se “responsável pela Fé que professa”. Também é usado nas ordenações sacerdotais como sinal de consagração dos “ungidos de Deus” para exercer o Sagrado Ministério;

Óleo dos Catecúmenos: usado nas celebrações do Santo Batismo (através do sinal da cruz) significando a libertação do mal para que o iniciado na Fé Cristã seja consagrado e esteja apto a receber o Espírito Santo que vai guiá-lo no “novo nascimento em Cristo”, e

Óleo dos Enfermos:  usado  na  administração da Bênção da Saúde (que tomou o lugar da “extrema unção”). Esta unção é para que a pessoa fique curada, ou tenha força para enfrentar os sofrimentos olhando para a Paixão do Senhor Jesus, ou então para, sendo a vontade de Deus, prepare-se para atravessar o “vale da sombra da morte” (Sl 23) e desfrutar da Vida Eterna.

A Igreja Anglicana e a Católica têm um bonito Rito de Consagração dos Óleos para Unção na Quinta-feira Santa. Na parte da manhã acontece este Rito Sacramental - A Bênção dos Santos Óleos. Não se pode precisar com exatidão a origem da bênção conjunta destes três óleos, mas sabe-se que também eram abençoados no Domingo de Ramos e até no Sábado de Aleluia. Atualmente este ritual é presidido pelo bispo diocesano, e têm lugar no templo da Igreja Catedral onde são consagrados.

A Unção aos Enfermos foi transformada em Sacramento.


7. Liturgia da Unção dos Enfermos

O Livro de Oração Comum, utilizado pelos Anglicanos desde o século XVI e amado por João Wesley, apresenta dois Ritos de Unção dos Enfermos.

O Culto é iniciado com um Cântico de iniciação e uma palavra de acolhida. Logo após é realizado o Ato Penitencial. Louva-se a Deus com Cânticos e a Igreja recebe a Palavra no momento da Liturgia da Palavra. São lidas duas porções da Bíblia: Tiago 5.14-16 e Marcos 6.7-13.


Finalmente ocorre a Imposição das Mãos com a Unção do Óleo. No Livro de Oração Comum Brasileiro existe a seguinte orientação: "Qualquer pessoa enferma, seja grave ou passageira a sua doença, pode receber a imposição de mãos e a Santa Unção, e ambas podem ser administradas tantas vezes quantas requeridas durante a mesma unção".


Neste momento o Ministro diz ao povo: "O Senhor Onipotente, que é uma torre forte para quantos nele confiam, ao qual todas as coisas nos céus, na terra, e debaixo da terra se curvam e obedecem; seja agora e para sempre a tua defesa, e te faça conhecer e sentir, que debaixo do céu não há outro nome dado aos homens em quem e por quem tu recebas saúde e alcances a salvação, exceto unicamente o nome de nosso Senhor Jesus Cristo".

Outra orientação segue: "As pessoas doentes devem vir à frente e ajoelhar-se no genuflexório, ou, incapacitados a isso, o Ministro irá a elas.


Então, imergindo o seu polegar direito no Santo Óleo, porá suas mãos sobre a cabeça de cada um, e depois ungirá a fronte com o sinal da cruz, dizendo: Eu imponho minha mão sobre ti e te unjo com óleo, em o nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, no poder de nosso Senhor Jesus Cristo para que, livre de todo o sofrimento e enfermidade, recebas a bênção da saúde.”


O Ministro ora para que a Unção vá além da cura física. "Assim como está ungido externamente com este Santo Óleo, assim também o nosso Pai Celestial te conceda a unção interior do Espírito Santo. Que Ele, por sua grande misericórdia, perdoe os teus pecados, te liberte de teus sofrimentos, fortaleça e te restaure integralmente. Que o Senhor te liberte de todo o mal, te conserve em toda bondade, e te preserve na vida eterna. Por Jesus Cristo, nosso Senhor".


8. Nossa Prática de Ungir Enfermos

De um lado está o exagero e fanatismo de grupos neopentecostais com relação a Unção com Óleo, do outro lado está um Ritual Litúrgico que dá à unção uma beleza, ordem e decência.

Olhamos para Tiago 5.14-16 e Marcos 6.7-13. e praticamos com simplicidade e fé a Unção dos Enfermos, não crendo no Poder do Óleo, mas no poder da Oração da Fé em Cristo Jesus.

Não usamos o Óleo como Sacramento nem como veículo mágico de poder.

Utilizamos apenas como meio de Graça, debaixo da orientação bíblica para Ungir os Enfermos e consagrar nossas vidas ao Senhor.

Ao Senhor seja a Glória, agora e para sempre.


*Extraído do  Jornal da Vila, da Igreja Metodista em Vila Isabel, RJ.

Por: Rev. Edson Cortasio*

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A Unção faz a diferença

 

                                                           Imagem de Marge Nauer por Pixabay 


Quebra-gelo:  Você já imaginou como seria o mundo sem a energia elétrica?

 

Texto:  Êx 35.31-35 – Lc 11.9-13

 

Introdução: A unção é a presença de Deus. A unção é a glória de Deus que nos respalda no cumprimento do nosso chamado. É a energia, a força, o poder de Deus em nós (Ef 3.20). A unção nos capacita a realizar com eficiência aquilo que jamais conseguiríamos através dos nossos próprios esforços. Todos nós precisamos da unção de Deus. Ela é fundamental para termos bom êxito em tudo.

 

1) A UNÇÃO CAPACITA – Êx 31.1-6 – Sl 92.10

 

Se você se acha incapaz, a unção vai te capacitar. Se você se acha um problema, a unção resolve. Se não podes fazer o que Deus pôs no seu coração, não se preocupe, tudo pode mudar. A unção faz a diferença. Com ela, impossibilidades tornam-se grandes realizações. O jovem Davi venceu o gigante Golias, um experiente duelista profissional. Sansão rasgou um leão pelo meio sem ter nada nas mãos (Jz 14.5,6); com uma queixada de jumento feriu mil homens (Jz 15.15,16). Tudo por causa da unção. Vejamos o exemplo de Jesus: "Como Deus ungiu a Jesus de Nazaré com o Espírito santo e com poder, o qual andou por toda parte, fazendo o bem e curando a todos os oprimidos do diabo, porque Deus era com ele” (At 10.38). 

 

2) COM A UNÇÃO VOCÊ TORNA-SE UM OUTRO HOMEM – 1Sm 10.6

 

Quem era Jesus antes de ser ungido pelo Espírito Santo? Um simples carpinteiro, nascido em Belém, uma aldeia pobre. Morou na Galileia, uma região sem importância. Viveu numa pequena cidade chamada de Nazaré. Ele era tão discriminado que diziam: “Pode vir alguma coisa boa de Nazaré?” (Jo 1.46).  Jesus, o Nazareno, tornou-se o Salvador do Mundo. Mas isso só foi possível depois de ser ungido pelo Espírito Santo.

 

3) QUANDO A UNÇÃO VEM? COMO RECEBÊ-LA? – At 1.8

 

A unção vem quando o Espírito Santo vem. Jesus mesmo disse: “Mas recebereis poder (unção) ao descer sobre vós o Espírito Santo” (At 1.8). Apenas 120 discípulos de Jesus, gente simples, pobre, humilde, inculta, iletrada, incapaz, que após receberem a unção ficaram tão cheios de poder, ousadia e autoridade que impactaram o mundo.


Conclusão: O Senhor nos ungirá e nos levará a cumprir todo o nosso potencial. Ele fará isso através do Espírito Santo. Ele nos levantará e mudará as nossas vidas. Este é o tempo em que Deus nos usará para fazer grandes coisas na terra. Vamos orar, pedir, buscar, bater e receber a unção do Espírito Santo. Ele quer ter ver com poder.


Fonte: igrejadoavivamento.com.br

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A unção de Deus

 

                                                          Imagem de Couleur por Pixabay

-Introdução: A unção não é apenas um ritual religioso e não pode ser tratada como algo mágico. Neste salmo vemos alguns aspectos interessantes da unção que vem de Deus:

  -é boa (quão bom!)

  -une as pessoas-reveste a vida (cabeça, barba, gola e vestes)

  -é pública (todos vêem e sentem o cheiro)

  -tem a bênção de Deus (ali ordena)

1- O por quê da unção: Isaías 61.1-3 e Lucas 4.18,19

A unção deve servir para restaurar, libertar, proclamar, abençoar, curar, alegar... ela capacita. Jesus leu o texto de Isaías tomando posse desta palavra e nós também precisamos assumir esta unção sobre nós.

Saiba que se você receber uma unção será para realizar um propósito Divino específico.

Aqui está falando de UNÇÃO DE AUTORIDADE.

2- A unção ensina: I João 2.20 e 27

Ela vem sobre todos e nos ensina sobre tudo!

Como no Pentecostes que as pessoas não entendiam mas foram preparadas pelo Espírito Santo para ministrar.

Aqui está falando de UNÇÃO DE SABEDORIA.

2- A unção cura: Tiago 5.14 e 15 

A cura também simboliza o perdão.

Note que a unção não deve ser ministrada por qualquer um mas por alguém preparado com unção de AUTORIDADE e unção de SABEDORIA.

Aqui está falando de UNÇÃO DE CURA.


-CONCLUSÃO: 

A unção de Deus tem um propósito de dar autoridade, sabedoria e curar.

Busque a verdadeira unção!

Fonte: www.esbocosermao.com

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Para que serve a unção?

 

                                                   Imagem de Steve Buissinne por Pixabay


O Espírito do Senhor Deus está sobre mim ( Isaías 61.1-3 )


Introdução: A unção de Deus vem sobre nossas vidas com um propósito. A palavra 'para' é citada várias vezes neste texto mostrando o objetivo da unção de Deus. A unção não é para diferenciar pessoas como se tornassem melhores só porque foram ungidas. Quem é ungido passa a servir a Deus.

Jesus é o maior exemplo de pessoa ungida por Deus. Por isso recebeu o nome de Cristo, que significa ‘o ungido’. Quando começou seu ministério, Jesus leu este texto de Isaías (Lucas 4.18,19) e declarou “hoje se cumpriu a escritura que acabais de ouvir” (Lucas 4.21). A unção de Cristo se mostrou com poder, mas também com humildade e serviço ao próximo (Marcos 10.45).

Vamos aprender que a unção serve para:


1- Para Evangelizar 

“porque o Senhor me ungiu para pregar boas-novas aos mansos”.


Somos ungidos por Deus para ganhar vidas. A unção passa por nós para atingir outras pessoas. Somos como o primeiro vaso de azeite da mulher viúva que se multiplicava ao se derramar sobre os vasos emprestados dos vizinhos (II Reis 4.1-7). Quanto mais gastamos nossa unção, mais ela aumenta e somos renovados por Deus.


2- Para Restaurar 

“enviou-me a restaurar os contritos de coração”.


Quem é ungido recebe restauração em um sua vida. A unção traz cura para quem está enfermo (Tiago 5.14). Muitas pessoas precisam de alívio para suas dores e unção é o remédio. Como o bom samaritano que aplicou óleo sobre as feridas do homem que encontrou caído na beira do caminho (Lucas 10.34).


3- Para Libertar 

“a proclamar liberdade aos cativos, e a abertura de prisão aos presos”.


A unção liberta de todo mal tirando todo empecilho de nossas vidas. Muitas vidas estão presas e precisam de libertação. Somente a verdade liberta (João 8.32). Quando somos ungidos, nos libertamos de todo mal (Isaías 9.4).


4- Para Profetizar 

“a apregoar o ano aceitável do Senhor e o dia da vingança do nosso Deus”.


O ungido é capacitado para proclamar coisas invisíveis e alcançar o inalcançado. Todo profeta primeiro deve ser ungido para então ungir outros profetas e reis (I Reis 19.16). A unção é o percurso de uma grande bênção que vem.


5- Para Consolar 

“a consolar todos os tristes” 

v.3 “a ordenar acerca dos que choram em Sião que se lhes dê uma grinalda em vez de cinzas, óleo de gozo em vez de pranto, vestidos de louvor em vez de espírito angustiado”.


A unção traz frescor e alívio às feridas e alegria no lugar da dor. No calor do deserto o óleo refrescava a pele e protegia do sol e de moscas. O Espírito Santo é o Conselheiro (Isaías 9.6) e o Consolador que nos ajuda nas horas difíceis (João 14.16 e 26).


6- Para Frutificar 

“a fim de que se chamem árvores de justiça, plantação do Senhor”.


Através da unção os frutos são colhidos na presença do Senhor (João 15.8). O azeite vem do fruto da oliveira (Habacuque 3.17). Uma pessoa ungida deve ter frutos de vida na presença de Deus e principalmente ganhando almas.


7- Para Glorificar 

“para que ele seja glorificado”.


Tudo na vida de quem é ungido serve para dar glória a Deus. Não há razão para ser ungido senão para honrar ao Senhor que nos capacita. Se a pessoa se achar importante por causa de sua unção, isso é prepotência e por causa da arrogância muitos líderes perdem a sua unção “porque Deus resiste aos soberbos, contudo, aos humildes concede a sua graça” (I Pedro 5.5).


Deus te ungiu comum propósito!


CONCLUSÃO

Deus nos enche como um vaso para transbordar sobre outras vidas. A unção não pode ser desperdiçada. Precisamos levar o poder de Deus até aqueles que precisam ouvir o evangelho, ser restaurados, necessitam de uma palavra profética, de um consolo, para conseguir dar frutos e tudo isso para glorificar a Deus.

Não use a unção, mas seja usado por ela!

Fonte: https://www.esbocosermao.com

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